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A importância das Artes na Psicoterapia

  • psiantoniovieira
  • 3 de mar. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: 19 de mar. de 2025

“Qualquer coisa que aumente, diminua, limite ou amplie o poder de ação do corpo, aumenta, diminui, limita ou amplia o poder de ação da mente. E qualquer coisa que aumente, diminua, limite ou amplie o poder de ação da mente, também aumenta, diminui, limita ou amplia o poder do corpo.”

                                                                                                        –  Espinoza (1632-1677)


“Dançar, meu querido Mômo,  é como rezar com o coração…”                                       (in “O senhor Ibrahim e as flores do alcorão”)
Dançar, meu querido Mômo,  é como rezar com o coração…” (in “O senhor Ibrahim e as flores do alcorão”)

A importância das artes para o bem-estar é tão significativa que a Organização Mundial da Saúde (OMS) compilou um relatório substancial (Fancourt & Finn, 2019), onde se evidencia o impacto positivo das práticas artísticas na saúde e no bem-estar. Além disso, a OMS tem-se dedicado ativamente a promover a interseção entre artes e saúde, organizando eventos, incentivando a investigação e ampliando a consciência pública sobre esse campo interdisciplinar.


Em função destes esforços da OMS e de outras instituições afins, tem sido produzida muita literatura que tem demonstrado a importância e os benefícios das artes quando são cruzados com a psicoterapia. São ainda conhecidos outros modelos como a Biodanza, os 5 Ritmos e a Ecstatic Dance. Estes últimos também foram estudados e mostram benefícios, mas não são assumidos como psicoterapias.

 

Os efeitos terapêuticos do teatro são um tema que já é problematizado desde os tempos de Aristóteles, mas foi no século XX que as aplicações teatrais usadas em contexto terapêutico surgiram. O Psicodrama é uma das psicoterapias que tem na sua base a expressão teatral, sendo outras, por exemplo, a Psicodança, o Teatro Playback Terapêutico (estas duas c/raiz no Psicodrama), a Dramatherapy e o Teatro Terapêutico (Gonzalez, 2023). 

 
 
 

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